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terça-feira, 10 de março de 2009

Honda CG Titan Mix

A liberdade, uma das características inerentes à motocicleta e que sempre agradou seus usuários, alcançou seu mais alto grau com a chegada da CG 150 Titan Mix. Agora, além de visualizar o horizonte sem fim à sua frente e poder ir e vir com agilidade, o motociclista pode escolher qual combustível – gasolina ou álcool – dará vida à sua motocicleta, de acordo com suas necessidades e expectativas.



A CG 150 Titan Mix apresenta ao mercado um novo e inédito conceito de mistura de combustíveis para motocicletas. É a primeira no mundo produzida em série que utiliza tanto o álcool quanto a gasolina como combustíveis e foi considerada projeto de destaque pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda no Japão. Desenvolvida pelos engenheiros da Honda especificamente para o público brasileiro, a tecnologia pioneira é totalmente adequada às características da já conhecida e conceituada CG 150 Titan.

Original de fábrica, o sistema Mix possui componentes exclusivos e dispensa qualquer tipo de adaptação, permitindo o uso da gasolina, do álcool ou da mistura álcool/gasolina. Como ressalva, vale destacar que, em condições de temperatura ambiente abaixo dos 15ºC, o tanque deve conter um mínimo de 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

A nova motocicleta chega para atender aos anseios dos consumidores, que têm demonstrado grande interesse por veículos movidos tanto a álcool quanto a gasolina. De acordo com pesquisas realizadas pela Honda com proprietários da CG 150 Titan, a maioria dos entrevistados compraria uma motocicleta bicombustível. Entre as vantagens citadas pelos usuários, as principais são a possibilidade de escolha do combustível e a economia de dinheiro.


Economia, desempenho e responsabilidade ambiental

Além de atender às expectativas dos consumidores, proporcionando-lhes liberdade de escolha, o desenvolvimento da CG 150 Titan Mix acompanha a estratégia mundial da Honda voltada para a preservação do meio ambiente, com a criação de novas tecnologias ecologicamente responsáveis. Quando comparado à gasolina, o álcool tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável. Além disso, polui menos que os combustíveis fósseis e não possui enxofre em sua composição – tornando sua combustão mais limpa.

Quando abastecida com álcool, a CG 150 Titan Mix emite menos gases poluentes se comparada ao uso da gasolina. Vale lembrar que, nas duas situações, atende-se com folga aos limites de emissões estabelecidos pela terceira fase do Promot (Programa de Controle de Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

Com relação ao desempenho, a utilização da gasolina permite um funcionamento mais linear e progressivo do motor. Já o álcool favorece um comportamento mais vigoroso e ligeiramente mais potente. Enquanto a motocicleta desenvolve 1,32 kgf.m de torque a 6.500 rpm e 14,2 cv de potência a 8.500 rpm quando abastecida com gasolina, estes valores sobem para 1,45 kgf.m e 14,3 cv, respectivamente, quando utilizado o álcool.

No momento de abastecer a motocicleta, o usuário deve avaliar suas necessidades e prioridades para poder escolher o combustível que melhor se encaixe à sua realidade. Em suma, o álcool é mais indicado para aqueles que buscam economia, desejam fazer sua parte quanto à preservação do meio ambiente e para o motociclista que busca melhor desempenho da motocicleta. Por outro lado, se o consumidor deseja autonomia para percorrer distâncias mais longas, deve optar pela gasolina, uma vez que o menor poder calorífico do álcool quando comparado à gasolina implica em um maior consumo para gerar a mesma queima. Caso o objetivo seja rodar por mais quilômetros gastando menos dinheiro, devem-se analisar os preços praticados à época na região.

Por que o nome “Mix”?

Esta versão da CG 150 Titan foi denominada “Mix”. Isto porque, em situações de temperatura ambiente abaixo dos 15oC, recomenda-se que o próprio tanque contenha um mínimo de 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

Tanto nas motocicletas movidas a álcool disponíveis no mercado no início da década de 80 quanto nos automóveis flex comercializados atualmente, a presença de um reservatório de gasolina é que permite a partida a frio em qualquer situação de temperatura ambiente – o que os torna totalmente flexíveis quanto à utilização dos combustíveis.

No entanto, durante o desenvolvimento da CG 150 Titan Mix, optou-se por não incluir esse sistema – também conhecido como subtanque. Assim, a Honda obteve um conjunto mais leve e compacto, que não interfere na dinâmica da motocicleta. Além disso, contribui com a segurança do motociclista, uma vez que este subtanque ficaria exposto a eventuais impactos.

Como funciona

O sistema Mix é coordenado por um ECM (Engine Control Module) exclusivo, interligado a sensores que monitoram o desempenho do motor e transmitem informações sobre a mistura que está sendo utilizada. De acordo com os dados fornecidos por estes sensores, o ECM escolhe um dos seguintes programas de funcionamento:

Programa 1: Tanque abastecido com gasolina
Programa 2: Tanque contendo gasolina e álcool na mesma proporção
Programa 3: Tanque contendo maior quantidade de álcool
Programa 4: Tanque abastecido apenas com álcool

O sensor de oxigênio, localizado logo na saída do motor, é o principal responsável pelo perfeito funcionamento do sistema Mix. Este faz a leitura dos gases queimados e passa a informação ao ECM. Se o resultado da combustão for uma mistura mais pobre, significa que o combustível utilizado é a gasolina. Assim, ativa-se o Programa 1. Por outro lado, se a mistura for mais rica – o que indica a utilização de álcool – ativa-se o Programa 4. Caso a mistura for intermediária, ativam-se os Programas 2 ou 3, de acordo com a situação.

Com base no mapa de funcionamento escolhido, o ECM transmite as informações ao bico injetor, que fornecerá a quantidade adequada de combustível para a queima, levando-se em conta a mistura que está sendo utilizada, e acertará o ponto de ignição – adiantando-o no caso do álcool e atrasando-o no caso da gasolina.

Para adequar a CG 150 Titan Mix à utilização do álcool, algumas alterações técnicas foram necessárias. O bocal interno do tanque agora possui tela antichamas, para evitar a propagação de fogo de fora para dentro do tanque.
  O bico injetor, exclusivo, permite maior vazão, enquanto o filtro de combustível secundário possui maior capacidade de retenção de sujeiras e evita o entupimento precoce da bomba. O gerador foi adequado para atender ao maior esforço provocado pela partida a frio. O tratamento interno do tanque e o potenciômetro do marcador de combustível foram alterados para funcionamento com álcool. Por fim, a bomba de combustível ganhou um tratamento interno para suportar o uso do álcool.

Vale ressaltar que, para garantir a partida a frio em ambientes com temperatura abaixo de 15oC, é preciso que o tanque contenha um mínimo de 20% de gasolina. Isto porque, para que haja a combustão inicial, a mistura deve entrar de forma vaporizada na câmara de combustão. No entanto, devido ao baixo poder de vaporização do álcool, em temperaturas reduzidas a substância não consegue entrar de forma vaporizada na câmara. Nestes casos, a gasolina ajudará a realizar a primeira queima.

Com o objetivo de auxiliar o usuário quanto à partida a frio, a CG 150 Titan Mix possui um mecanismo de alerta por lâmpadas em seu painel de instrumentos. Há duas luzes: “MIX” e “ALC”. Quando ambas estiverem apagadas, significa que a partida é possível em qualquer temperatura. Se a luz "MIX" estiver acesa, o usuário deve abastecer sua motocicleta com um mínimo de dois litros de gasolina. Caso a lâmpada "ALC" esteja acesa, é preciso adicionar pelo menos três litros de gasolina. Se, ao ligar a chave de ignição, a lâmpada "ALC" piscar, significa que a temperatura ambiente é baixa e que o teor de álcool no tanque é alto – o que pode dificultar a partida. Já em caso de pane seca, é necessário que o usuário abasteça a motocicleta com, no mínimo, 50% de gasolina para que o sistema volte a funcionar adequadamente o mais rápido possível.

Para tornar este procedimento ainda mais fácil para o usuário, há no tanque uma etiqueta explicativa e didática, que instrui quanto à quantidade de gasolina que deve ser adicionada ao tanque de acordo com cada situação.

Receita de sucesso

A CG 150 Titan Mix possui todos os atributos da CG 150 Titan a gasolina. Design, motorização, sistema de suspensões e freios foram mantidos.

Inspirada em motocicletas naked de maior cilindrada, como a Honda CB 600F Hornet, a CG 150 Titan Mix tem design moderno e ousado. A lateral e o motor formam um conjunto uniforme, os piscas são integrados tanto na dianteira quanto na traseira e o tanque robusto possui linhas harmoniosas e marcantes. Como novidade, a rabeta lateral traz a inscrição “Mix Fuel Injection”, diferenciando o modelo de sua versão a gasolina.

Na CG 150 Titan Mix, o painel de instrumentos apresenta grafismo com fundo verde – remetendo ao tema da preservação ambiental. Além de velocímetro, luzes indicadoras de direção, farol alto e neutro, marcador de combustível, hodômetro total e parcial (este último apenas na versão ESD), luz de diagnóstico da injeção eletrônica, o modelo agora conta com as luzes “MIX” e “ALC” que fornecem informações sobre a partida a frio.



O chassi, leve, oferece rigidez às torções e agilidade em manobras urbanas. O tanque, com capacidade para armazenar 16,1 litros de combustível, proporciona conforto ao piloto, devido ao melhor encaixe de suas pernas durante a pilotagem.

O moderno e consagrado motor OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvulas no cabeçote e balancim, ambos roletados, é alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). O modelo traz ainda bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção, garantindo ao usuário partidas mais rápidas e eficientes nas versões com partida elétrica (ES e ESD).

A suspensão dianteira, formada por braço telescópico, tem curso de 130mm. Na traseira, o braço oscilante possui curso de 101mm. O conjunto, combinado aos amortecedores com cinco posições de regulagem da tensão da mola, proporciona conforto, progressividade e estabilidade, mesmo em pisos irregulares.

Os pneus, do tipo 80/100 – 18M/C 47P na dianteira e 90/90 – 18M/C 57P na traseira, garantem aderência, segurança e conforto necessários para a pilotagem urbana do dia a dia. Na versão ESD, o pneu traseiro conta ainda com o sistema tuff-up. A tecnologia, desenvolvida e utilizada exclusivamente pela Honda, funciona da seguinte maneira: em caso de perfuração do pneu traseiro, um líquido especial selado à câmara de ar desloca-se rapidamente ao ponto danificado, vedando o orifício e retardando a redução da pressão interna. Assim, o motociclista ganha tempo para providenciar seu reparo.

Na dianteira, tambor com 130 mm de diâmetro garante frenagem eficiente para as versões KS e ES. Já a versão ESD dispõe de freio dianteiro a disco, com 240 mm de diâmetro, e cáliper de dois pistões. Na traseira, todas as versões contam com freio a tambor com 130 mm de diâmetro.

Outro item de segurança presente no modelo é o Sistema Honda de Proteção, composto por shutter-key (fechadura adicional acionada com chave sextavada e combinações magnéticas) e comb-lock (trava do guidão combinada à chave de ignição).

A CG 150 Titan Mix mantém a proposta inicial da linha CG, que é oferecer a melhor relação custo-benefício a seus usuários. Atende às expectativas de seu público, que busca um modelo versátil, prático, confiável e durável, com baixa e fácil manutenção, ideal tanto para uso na locomoção diária, no lazer e como ferramenta de trabalho.

Disponível nas cores preta, vermelha, prata metálica e azul metálica, a CG 150 Titan Mix chega às concessionárias de todo o Brasil em três versões: KS, com partida a pedal; ES, com partida elétrica; e ESD, com partida elétrica e freio dianteiro a disco com cáliper de dois pistões. Sua expectativa de venda para 2009 é de aproximadamente 164 mil unidades.

Seu preço público sugerido será de R$ 6.340,00 (KS), R$ 6.890,00 (ES) e R$ 7.290,00 (ESD). Estes valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem custos de frete e seguro. O modelo tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.
Fonte: Honda

Um comentário:

  1. wellingon alexandre24 de maio de 2009 18:06

    amigo vc sabe explicar os numeros no painel dela??
    creio que seja de marcha mas e um tanto confuso
    pois peço que vejo o 1 esta na casa dos 35km/h
    tipo vc ja sai com a moto em primeira nao melhor dizendo nem aparecer 1 pois vc ja sai em primeira apenas do numero 2 em diante indicando
    a velocidade das trocas posteriores a 1.

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